Investir nos estudos abre um mundo de oportunidades pessoais e profissionais!
 

A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. Já ouviu a célebre frase de Nelson Mandela? De fato, o investimento nos estudos é uma excelente maneira de propiciar novas oportunidades, sejam elas pessoais ou profissionais.

 

Não é por acaso que 9 milhões de alunos brasileiros estudam em instituições particulares, durante a Educação Básica. Quando falamos das universidades, a cada quatro estudantes de Graduação, três deles frequentam uma instituição privada. Já para estudar no exterior, os números passam de 302 mil intercambistas, sendo que apenas 3% desistiram da experiência internacional devido à pandemia de covid-19. 

A seguir, listamos algumas alternativas, para que você possa considerar o custo-benefício, de acordo com suas necessidades e aspirações.

Opções práticas para investir nos estudos:


Educação Básica

A Educação Básica compreende as etapas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, inclusive os Cursos Técnicos integrados. Então, se a ideia é fazer a matrícula em uma escola particular, é importante pesquisar:

  • Metodologia de ensino: trata-se da aplicação de métodos específicos no processo ensino-aprendizagem. Por exemplo, o Construtivismo, de Jean Piaget, fala da construção do conhecimento de forma colaborativa. Já o Método Montessoriano, de Maria Montessori, é pautado pela individualidade, para que cada um aprenda no seu tempo.
  • Projeto Político Pedagógico (PPP): esse é um documento voltado para o planejamento escolar de cada instituição de ensino. Em geral, são diretrizes que norteiam o currículo escolar, de forma interdisciplinar.
  • Desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM): organizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o ENEM pode ser um indicador importante para avaliar a qualidade do ensino. 

No último ranking divulgado, essas foram as melhores escolas do país: Farias Brito (Fortaleza), Ari de Sá Cavalcante (Fortaleza), Bernoulli (Belo Horizonte), Fibonacci (Ipatinga), Coleguium (Belo Horizonte) e Objetivo (São Paulo).


Ensino Superior

O Ensino Superior envolve os seguintes graus: Bacharelado, Licenciatura, Tecnólogo, Especialização, MBA, Mestrado, Doutorado e, por fim, Pós-doutorado. Por isso, na hora de escolher uma faculdade ou universidade, é essencial levar em conta:

  • Nota do Ministério da Educação para o curso escolhido: o MEC classifica a qualidade da infraestrutura de cada instituição conforme o Conceito Institucional (CI). 

Para exemplificar, essas são algumas das faculdades particulares que têm a nota máxima nesse CI: FECAP (São Paulo), UNIAVAN (Balneário Camboriú), UNIBRA (Recife) e ENIAC (Guarulhos).

  • Instituições de referência para cada área de atuação: o Mackenzie é reconhecido pelos cursos de Direito, assim como a Cásper Líbero é famosa pela Comunicação Social. No ranking universitário da Folha, é possível conferir as melhores instituições em 40 carreiras, lembrando que os destaques são da rede pública, como USP, UNICAMP, UFRJ, UFMG e UFRGS.

Aliás, se o foco for uma universidade pública, vale pensar em outras questões para viabilizar o planejamento financeiro.  Isso porque, mesmo sem pagar a mensalidade, pode ser necessário mudar de cidade, alugar um apartamento e até mesmo fazer um cursinho para conseguir uma vaga super concorrida.    

  • Rendimento no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade): o indicador oficial de educação superior é conhecido como Índice Geral de Cursos (IGC). Por sinal, a FGV está entre as melhores faculdades do país, principalmente nos cursos de Economia e Finanças.

Intercâmbio

E, se a proposta é propiciar uma experiência internacional, é fundamental colocar na ponta do lápis:

  • Tipo de intercâmbio: idiomas, cursos de férias, pós-graduação e outros. 
  • Destinos mais procurados: muitos brasileiros costumam fazer intercâmbio em países como Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Austrália. Mas é importante escolher a região que mais corresponde ao seu perfil, levando em conta aspectos como: cultura, clima, língua que se pretende aprender etc.
  • Assessoria de uma agência de intercâmbio: em muitos casos, é importante contar com o apoio especializado para agilizar o visto e outras questões burocráticas. Um exemplo: algumas instituições de ensino exigem os exames de proficiência em inglês, como IELTS e TOEFL.
  • Hospedagem para estudantes: são diversas alternativas, que incluem desde as residências estudantis até as casas de famílias que recebem intercambistas. No caso, a agência de intercâmbio pode indicar as acomodações disponíveis para cada destino.

Na prática, como me planejar para investir nos estudos?

Que tal usar os recursos do seu plano de previdência para investir na educação dos seus filhos, netos, sobrinhos e afilhados? Ou, se preferir, aposte na sua própria formação, com uma nova Graduação ou talvez um MBA.

Com a flexibilidade do Plano Mais Visão, fica mais fácil programar um projeto de curto e médio prazos. Afinal, depois de 3 anos de contribuição, você já pode começar a usar o dinheiro investido.

Enfim, gostou das nossas dicas? Então, comece a programar esse investimento nos estudos, marcando o atendimento virtual com um dos especialistas em previdência privada! 

Até a próxima! ;-)



 

 

 

Prezado(a) Participante,

Comunicamos que em 08/05/2018 foram aprovadas pela PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar - as alterações no Regulamento do Plano PreVisão, divulgadas em nosso site. A principal alteração diz respeito ao tema indicação de beneficiários, sobre o qual trataremos neste comunicado. Caso queira conferir na íntegra as demais alterações propostas, acesse o Quadro Comparativo clicando aqui.

A regra de beneficiários, vigente desde 06/06/17, prevê a priorização dos beneficiários legais* sobre os beneficiários indicados. No entanto, com a aprovação pela PREVIC das alterações mencionadas, foi aberta uma exceção para os participantes do plano PreVisão que realizaram indicação de beneficiários entre 02/12/2014 e 06/06/2017 que, após este período, não efetuaram qualquer alteração (inclusão ou exclusão). Ou seja, para aqueles participantes que realizaram indicação de beneficiários do momento da adesão até a data de 06/06/17 (quando entrou em vigor a regra atual) e que, após esta data, não modificaram sua escolha, a opção realizada no referido período irá prevalecer sobre os beneficiários legais*.

*São considerados beneficiários legais: filhos e enteados de até 21 (vinte e um) anos; cônjuge; companheiro(a), desde que tenham o reconhecimento da condição de dependente pelo regime geral de previdência social; filho e enteado solteiros, maiores de 21 (vinte e um) anos de idade e menores de 24 (vinte e quatro) anos, desde que estudantes em curso superior oficialmente reconhecido; e filho inválido, sem limite de idade, desde que reconhecido pela previdência social.

 

Confira abaixo a tratativa dada para cada caso:

 

Caso este seja o seu caso, atente-se ao seguinte: para que a sua indicação de beneficiário realizada entre 02/12/2014 e 06/06/2017 continue prevalecendo sobre os beneficiários legais*, você não deve realizar nenhuma inclusão ou exclusão. Caso isto ocorra, você estará legalmente enquadrado na regra vigente que prevê a priorização dos beneficiários legais* sobre os indicados

                                                                                                                                                                                                  

 

 

 

 

 

Se você realizou indicação de beneficiário entre 02/12/2014 e 06/06/2017 e, após este período, efetuou alguma alteração (inclusão ou exclusão), por ter realizado alteração após o início da vigência da regra atual, você se encontra legalmente enquadrado nela, ou seja, continua havendo priorização dos beneficiários legais* sobre os indicados.

 

 

 

Se este for o seu caso, por não ter ocorrido qualquer alteração (inclusão ou exclusão) de beneficiários no período mencionado, você permanece legalmente enquadrado na regra vigente, ou seja, continua havendo priorização dos beneficiários legais* sobre os indicados.

 

Confira abaixo um quadro-resumo sobre cada caso:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja no link abaixo as principais perguntas e respostas sobre este tema:

Principais Perguntas e Respostas

 

Em caso de dúvidas, entre em contato com a nossa Central de Atendimento por meio de nossos canais de comunicação:

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